Quero tirar da sua mão o trabalho que você faz no automático.
Para isso preciso entender o seu jeito de fazer, no detalhe.
Começando pelo começo
Não é sobre substituir. É sobre ganho de produtividade.
Medir com régua, copiar e colar, renomear arquivo um por um. Sobra o tempo para o que precisa de engenheiro.
A máquina não esquece de atualizar a coluna nem erra a cota na diagonal. Menos retrabalho, menos reemissão.
A máquina não decide nada. Ela repete o que você já decidiu — e só funciona porque você soube explicar a regra.
A rotina do isométrico existe porque o Diego sabia a regra. Sem ele, não existiria.
A prova
O isométrico cotado era feito à mão. Hoje sai do arquivo que o PipeNet já gera.
Medir trecho por trecho com a régua, digitar cada cota, cada tag, girar cada símbolo.
Desenho, cotas, símbolos e lista de material, numa rede de 1.149 tubos.
Saiu de uma conversa em que o Diego me contou como ele fazia.
O convite
Se você fez no mês passado e vai fazer de novo, serve. Não precisa ser desenho.
Cotar isométrico, inserir símbolo, montar prancha, preencher carimbo
Montar medição, consolidar relatório, reescrever o mesmo e-mail
Renomear arquivo no padrão, separar por disciplina, conferir lista
Tarefas pequenas ou grandes, se frequente vale.
A ferramenta
Uns 5 minutos por tarefa. Um bloco por tarefa.
Como se preenche
Campo “As regras” do isométrico, como está na aba Exemplo.
Quanto mais informações tiver, melhor o resultado.
Fecho
Um bloco por tarefa. Não sabe algum campo? Deixa em branco.
No meu WhatsApp ou e-mail. Se puder, anexa um exemplo real.
Tiro dúvida com você e mostro o que dá para fazer primeiro.